Com Virgílio Castelo e encenação de Paulo Sousa Costa.
Em cena no Teatro Armando Cortez até ao dia 28 de Janeiro de 2018.
Horários
De quinta a sábado – 21h30
Domingo – 18h00
Sinopse
Uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo, que versa as últimas horas de um homem que está no corredor da morte, com o fim iminente à sua espera. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça por tamanha barbaridade que é tirar a vida a um ser humano, mesmo que seja culpado por um crime de sangue.
É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862. Esta obra teve repercussões em todo o mundo, contribuindo para a proibição da pena capital.
Portugal foi um dos primeiros país da Europa a abolir a pena de morte e o romancista francês Victor Hugo referiu esse facto, congratulando o feito e dizendo “Portugal dá o exemplo à Europa, que imitará a vossa nação. Morte à Morte. Guerra à Guerra. Viva a vida! Ódio ao ódio! A Liberdade é uma imensa cidade da qual todos somos concidadãos”.
Consulte o Plano de Formação para o curso Comemoração dos 150 anos da abolição da Pena de Morte: Oportunidade de fazer educação para os Direitos Humanos
Com Virgílio Castelo e encenação de Paulo Sousa Costa.
Em cena na Assembleia da República, Sala do Senado, dia 1 de fevereiro de 2018 .
Horário
Quinta feira – 18h30 (Após Plenário)
Sinopse
Uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo, que versa as últimas horas de um homem que está no corredor da morte, com o fim iminente à sua espera. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça por tamanha barbaridade que é tirar a vida a um ser humano, mesmo que seja culpado por um crime de sangue.
É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862. Esta obra teve repercussões em todo o mundo, contribuindo para a proibição da pena capital.
Portugal foi um dos primeiros país da Europa a abolir a pena de morte e o romancista francês Victor Hugo referiu esse facto, congratulando o feito e dizendo “Portugal dá o exemplo à Europa, que imitará a vossa nação. Morte à Morte. Guerra à Guerra. Viva a vida! Ódio ao ódio! A Liberdade é uma imensa cidade da qual todos somos concidadãos”.
Com Virgílio Castelo e encenação de Paulo Sousa Costa.
Tournée Nacional.
De 09 de fevereiro a 20 de maio de 2018
FEVEREIRO
9 de Fevereiro: Casa das Artes de Arcos de Valdevez
17 de Fevereiro: Pax Julia – Beja
MARÇO
3 de Março: Cae – Caldas da Rainha
10 de Março- Cine Teatro Garret – Póvoa de Varzim
17 de Março- Teatro das Figuras – Faro
24 de Março- Cine Teatro Anadia
27 de Março – Teatro José Lúcio da Silva – Leiria
31 de Março – Régua
ABRIL
14 de Abril – Cartaxo
21 de Abril – Teatro Ribeiro Conceição – Lamego
MAIO
5 de Maio – Albergaria
12 de Maio – Auditório Municipal de Albufeira
18 a 20 de Maio – Teatro Sá da Bandeira – Porto – A aguardar confirmação
30 de Maio – Estarreja
Horários: 18h30 (Datas e Locais sujeitos a confirmação junto aos locais de espetáculo)
Sinopse
Uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo, que versa as últimas horas de um homem que está no corredor da morte, com o fim iminente à sua espera. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça por tamanha barbaridade que é tirar a vida a um ser humano, mesmo que seja culpado por um crime de sangue.
É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862. Esta obra teve repercussões em todo o mundo, contribuindo para a proibição da pena capital.
Portugal foi um dos primeiros país da Europa a abolir a pena de morte e o romancista francês Victor Hugo referiu esse facto, congratulando o feito e dizendo “Portugal dá o exemplo à Europa, que imitará a vossa nação. Morte à Morte. Guerra à Guerra. Viva a vida! Ódio ao ódio! A Liberdade é uma imensa cidade da qual todos somos concidadãos”.


