Com Virgílio Castelo e encenação de Paulo Sousa Costa.
Em cena na Assembleia da República, Sala do Senado, dia 1 de fevereiro de 2018 .
Horário
Quinta feira – 18h30 (Após Plenário)
Sinopse
Uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo, que versa as últimas horas de um homem que está no corredor da morte, com o fim iminente à sua espera. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça por tamanha barbaridade que é tirar a vida a um ser humano, mesmo que seja culpado por um crime de sangue.
É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862. Esta obra teve repercussões em todo o mundo, contribuindo para a proibição da pena capital.
Portugal foi um dos primeiros país da Europa a abolir a pena de morte e o romancista francês Victor Hugo referiu esse facto, congratulando o feito e dizendo “Portugal dá o exemplo à Europa, que imitará a vossa nação. Morte à Morte. Guerra à Guerra. Viva a vida! Ódio ao ódio! A Liberdade é uma imensa cidade da qual todos somos concidadãos”.
Com Virgílio Castelo e encenação de Paulo Sousa Costa.
Tournée Nacional.
De 09 de fevereiro a 20 de maio de 2018
FEVEREIRO
9 de Fevereiro: Casa das Artes de Arcos de Valdevez
17 de Fevereiro: Pax Julia – Beja
MARÇO
3 de Março: Cae – Caldas da Rainha
10 de Março- Cine Teatro Garret – Póvoa de Varzim
17 de Março- Teatro das Figuras – Faro
24 de Março- Cine Teatro Anadia
27 de Março – Teatro José Lúcio da Silva – Leiria
31 de Março – Régua
ABRIL
14 de Abril – Cartaxo
21 de Abril – Teatro Ribeiro Conceição – Lamego
MAIO
5 de Maio – Albergaria
12 de Maio – Auditório Municipal de Albufeira
18 a 20 de Maio – Teatro Sá da Bandeira – Porto – A aguardar confirmação
30 de Maio – Estarreja
Horários: 18h30 (Datas e Locais sujeitos a confirmação junto aos locais de espetáculo)
Sinopse
Uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo, que versa as últimas horas de um homem que está no corredor da morte, com o fim iminente à sua espera. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça por tamanha barbaridade que é tirar a vida a um ser humano, mesmo que seja culpado por um crime de sangue.
É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862. Esta obra teve repercussões em todo o mundo, contribuindo para a proibição da pena capital.
Portugal foi um dos primeiros país da Europa a abolir a pena de morte e o romancista francês Victor Hugo referiu esse facto, congratulando o feito e dizendo “Portugal dá o exemplo à Europa, que imitará a vossa nação. Morte à Morte. Guerra à Guerra. Viva a vida! Ódio ao ódio! A Liberdade é uma imensa cidade da qual todos somos concidadãos”.
Lisboa tem uma nova peça de arte urbana realizada no contexto da atribuição da Marca do Património Europeu à Carta de Lei da Abolição da Pena de Morte e para assinalar as Comemorações dos 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017).
Da autoria do criador nacional Mário Belém, o mural foi realizado entre os dias 26 e 31 de março e localiza-se na Calçada de Santa Apolónia/Rua da Bica do Sapato, perto do antigo Cais do Tojo da Bica do Sapato, lugar aberto de execução de penas capitais para servir de exemplo público, no passado.
Mais informação na NOTA DE IMPRENSA



